Confesso que não recordo da minha presença em sala de aula nesse dia e, por esse motivo, não obter nenhuma anotação acerca da aula, muito menos anotações ou lembranças a respeito das atividades do blogue. Se minha memória não falha, estava viajando no dia 22 de abril, em Brasília. Acho que é isso, mesmo.
O assunto abordado certamente foi metacognição (pude ler nos blogues dos meus queridos colegas de sala) e posso afirmar que a audição é o meu maior ponto forte para o aprendizado. Para mim, é infinitamente mais fácil aprender ao ouvir porque envolve não só o som, mas os gestos, o olhar e as expressões faciais, o que contribui para o bom entendimento, ou não, nos diversos assuntos. É mais fácil lembrar da conversa que tive num bar qualquer há dois anos, bêbado, do que lembrar com tanta riqueza de detalhes aquilo que li ontem por obrigação.
Sempre fui assim: gosto de viver e sentir a nova informação. A maioria das coisas que leio em livros que não são de meu interesse não faz o menor sentido para mim. Sendo assim, provavelmente morrerei sem saber qual é a importância de algum elemento químico da tabela periódica, ou até mesmo a entender o que Newton quis dizer em sua terceira lei a respeito de uma força contrária de intensidade igual onde, ao empurrar uma parede, eu também serei empurrado por ela. Mas não desanimo tanto, talvez aprenda antes mesmo de morrer que a parede pode me empurrar e que os elementos químicos com números atômicos acima de 110 não estão lá apenas para a tabela ficar mais quadradinha e bonitinha.
Enfim, prometo organizar melhor meus pensamentos e escrever uma boa postagem das próximas aulas. Também pretendo falar um pouco sobre as atividades de outras disciplinas e a correlação disso com a minha vida prática. Até a próxima postagem!
O assunto abordado certamente foi metacognição (pude ler nos blogues dos meus queridos colegas de sala) e posso afirmar que a audição é o meu maior ponto forte para o aprendizado. Para mim, é infinitamente mais fácil aprender ao ouvir porque envolve não só o som, mas os gestos, o olhar e as expressões faciais, o que contribui para o bom entendimento, ou não, nos diversos assuntos. É mais fácil lembrar da conversa que tive num bar qualquer há dois anos, bêbado, do que lembrar com tanta riqueza de detalhes aquilo que li ontem por obrigação.
Sempre fui assim: gosto de viver e sentir a nova informação. A maioria das coisas que leio em livros que não são de meu interesse não faz o menor sentido para mim. Sendo assim, provavelmente morrerei sem saber qual é a importância de algum elemento químico da tabela periódica, ou até mesmo a entender o que Newton quis dizer em sua terceira lei a respeito de uma força contrária de intensidade igual onde, ao empurrar uma parede, eu também serei empurrado por ela. Mas não desanimo tanto, talvez aprenda antes mesmo de morrer que a parede pode me empurrar e que os elementos químicos com números atômicos acima de 110 não estão lá apenas para a tabela ficar mais quadradinha e bonitinha.
Enfim, prometo organizar melhor meus pensamentos e escrever uma boa postagem das próximas aulas. Também pretendo falar um pouco sobre as atividades de outras disciplinas e a correlação disso com a minha vida prática. Até a próxima postagem!
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