segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Chegamos à reta final do semestre com uma proposta de projeto de pesquisa do professor Eric. O projeto de pesquisa consiste em apresentar uma problemática existente em um determinado tema e uma justificativa para que a pesquisa se faça necessária.
Com a turma dividida em equipes, a nossa escolheu trabalhar em cima do consumismo, envolvendo, dentre outras questões, a problemática da quantidade de lixo gerada. O projeto será divido em algumas etapas e tentarei resumi-las abaixo.

A relação entre empresa e consumidor

Consiste em explicar, de forma resumida, como a empresa busca aproximar-se e identificar-se com o cliente através do marketing, mantendo uma relação de fidelidade e confiança com seu público-alvo consumidor e objetivando lucros maiores a partir do aumento das vendas e/ou do valor agregado ao produto. Podemos citar como exemplo notável o marketing das fabricantes de automóveis, pois não envolve apenas o marketing pré-venda, mas também o pós-marketing, oferecendo atendimento para reparos e revisões de maneira diferenciada, uma vez que o cliente satisfeito com a marca certamente buscará outro modelo mais sofisticado (leia-se caro) da mesma empresa em um curto espaço de tempo, mesmo que não possua motivos reais para trocar de carro.

A identificação do consumidor com a marca ou produto

Explicará brevemente os motivos que levaram o consumidor a se identificar com o produto ou a marca. O marketing envolvente da empresa não mexe só com as necessidades humanas, mexe também com o imaginário: o status de um carro sofisticado; a "magia do natal" trazida pela Coca-Cola no fim do ano; a praticidade da utilização de cubos de caldo Knorr nas refeições para mantê-las, contraditoriamente, com um "gostinho caseiro"; a felicidade da família (inclusive do cachorro) por consumir Qualy com pão no café da manhã.
Esses são exemplos de como o marketing (inclui-se principalmente a parte publicitária) pode promover além do que um produto pode realmente fornecer: a felicidade e o bem-estar. O consumidor realmente não será mais feliz com tais produtos, mas essa é a imagem que o produto deverá repassar para atrair o consumidor.

Consequências

Será proposta uma pesquisa com base nisso, uma vez que o projeto não visa responder os problemas e sim levantar hipóteses dos problemas para investigá-las. As vertentes propostas a serem pesquisadas serão:
a) Um estudo com as consequências mundiais (inclusive econômicas), se o consumismo exagerado não fosse tão forte nas últimas décadas, assim como nas décadas seguintes;
b) Responder a questão dos impactos ambientais e sociais gerados pelo exagero, buscando explicar se seriam amenos sem comprometer o bem-estar geral da sociedade.

O único problema da realização do trabalho é a falta de livros específicos sobre o assunto na biblioteca da UEFS, assim como não encontrei nas bibliotecas da UNEB e UFBA. O único exemplar que existe consta no acervo da biblioteca central da UEFS, mas encontra-se desaparecido. Sabendo exatamente como deveremos trabalhar para justificar o projeto de pesquisa, buscamos livros de marketing e psicologia (voltados ao comportamento do consumidor), além de fontes disponíveis na internet. Embora pareça um trabalho essencialmente sobre publicidade, sabemos que o consumismo está muito além disso, apresentando-se em todas as classes da sociedade, em maior ou menor grau, e por isso justifica-se trabalhar com o marketing como um todo e não apenas a parte responsável pela comunicação inicial com o consumidor, que é a publicidade. Uma marca consolidada, por exemplo, poderá investir menos na publicidade e focar-se mais no marketing para a qualidade e a prestação de serviços, promovendo indiretamente a publicidade "boca a boca" entre os conhecidos do cliente.
O tema foi pensado por ter uma ligação direta com a área da administração e provavelmente será discutido, de maneira direta ou indireta, ao longo do nosso curso.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Dia 20 de maio de 2010 – Língua Portuguesa I

Ocorreu a apresentação do meu grupo nesse dia e, sinceramente, achei desnecessário aquele trabalho. O Fabrício Silva me passou a impressão de descomprometimento com matérias que parece julgar menos importantes, dedicando seu tempo e seu esforço em favor próprio, se apresentando apenas uma vez na semana para a turma e exigindo uma apresentação da turma sobre aquilo que ele deveria revisar ou lecionar. Resultado: nada de novo nos foi apresentados além do já repetido exaustivamente durante o ensino fundamental e o médio, mais de um mês perdido nesse esquema (sendo um mês só com apresentações de trabalho) e o sumiço do mesmo após as apresentações dos trabalhos, esclarecendo que assim seria ou a matéria poderia ser cancelada. Acho que ele deveria repensar sobre a carreira de educador que pretende seguir. Imaginava que a matéria fosse nos dar uma dimensão mais ampla de como realizar trabalhos acadêmicos escritos e sobre erros gramaticais comuns que deveríamos evitar, o que não ocorreu.

Dia 18 de maio de 2010 – Metodologia do Trabalho Científico

Aula no Módulo 7, desfeita a lenda do módulo perdido. Acredito que a administração da UEFS ainda colocará uma placa de "Bem vindo a Salvador" assim que passarmos pela fronteira. Avistei o módulo assim que percebi o término do asfalto.
Brincadeiras à parte, fomos apresentados ao mapa conceitual e gostei do jeito que a aula foi ministrada, embora pouca gente tenha tido conhecimento da aula em outro local. O professor pôde apresentar o mapa conceitual, a turma sentiu-se mais livre para perguntar e apresentar opiniões e deixou aberta a proposta de trabalharmos em um mapa para praticarmos. Após isso, fomos direcionados a uma sala multimídia para a exposição de slides no data show. Não deu muito certo graças as boas condições de conservação do material da UEFS.
Acredito que a importância do mapa conceitual está, além de entender de maneira resumida sobre algum assunto ainda desconhecido, na organização das nossas ideias sem a necessidade de longos textos explicativos. Por conta da falta de alunos, a aula foi repetida novamente no dia 20 de maio, sendo que não falarei sobre ela na próxima postagem.

Dia 11 de maio de 2010 – Metodologia do Trabalho Científico

A aula foi ministrada de maneira mais livre e pudemos debater sobre diversos assuntos, como os tipos de cerveja e o comportamento humano. Acho que foi produtiva, embora não muito acadêmica, uma vez que várias opiniões foram emitidas e lembrou-me um pouco de como deveria ser uma aula de filosofia e não o que temos: uma exposição indutiva de como devemos (ou deveríamos) pensar, sem exposição clara dos pensamentos de filósofos históricos e com "arrotos" desnecessários de títulos acadêmicos. Talvez eu mude minha opinião sobre a disciplina mais adiante, espero que passe a ser algo que induza a pensar por contra própria, não deixando de obter o conhecimento da história da filosofia. Acabei falando um pouco mais sobre Introdução à Filosofia do que sobre a aula desse dia.

Dia 4 de maio de 2010 – Metodologia do Trabalho Científico

Fizemos uma visita à Biblioteca Central da UEFS, pudemos passear pelas prateleiras e aprender um pouco mais sobre os recursos acadêmicos oferecidos pela biblioteca. No início, o professor fez um breve comentário sobre a biblioteca (do qual concordei) sobre o tamanho e o acervo da biblioteca, pois agora possuo problemas de levantamento didático para o projeto de pesquisa, não podendo contar com outras bibliotecas da cidade por serem ainda mais limitadas do que a biblioteca universitária.
Um periódico é uma publicação, como jornais e revistas, que pode ou não apresentar intervalos regulares das novas edições, sendo numerada e datada de acordo com a ordem de publicação. Uma publicação também pode apresentar vários assuntos dentro do estilo a ser definido.
A importância dessa aula não é tão somente para nossa vida acadêmica mas também para a nossa vida pessoal. Aprendi, de fato, o que é um periódico, mesmo este estando presente em todas as fases da minha vida até agora.

Dia 29 de abril de 2010 – Metodologia do Trabalho Científico

Aprendemos o que é uma citação e como fazê-las. Na minha opinião, poderíamos aprofundar um pouco mais sobre como fazê-las, assim como poderíamos aprofundar a maneira de como devemos fazer as devidas referências (sejam em livros, em sites de internet ou nos tradicionais livros) com a execução de exercícios de fixação, embora acredite que eu voltaria (assim como voltarei muitas vezes) para relembrar a maneira correta de se fazer.
A citação poderá ser apresentada em quatro tipos: a citação (quando há referência a uma informação de outra fonte), a citação direta (quando há a transcrição do texto de um outro autor), a citação indireta (quando existe transcrição de maneira livre do que foi afirmado por outro autor, sem mudar a ideia repassada) e a citação da citação (quando acontece uma "bola de neve" informativa e é citada uma citação de um outro autor que já citou outro autor, ou seja, quando se cita um autor que já fez uma citação). Isso certamente será importante ao longo do nosso curso e acredito que, diante de tantas repetições, fixaremos "por osmose" (talvez por isso não tenha tido uma lista de exercícios ou algo parecido).

terça-feira, 27 de julho de 2010

Dia 22 de abril de 2010 – Metodologia do Trabalho Científico

Confesso que não recordo da minha presença em sala de aula nesse dia e, por esse motivo, não obter nenhuma anotação acerca da aula, muito menos anotações ou lembranças a respeito das atividades do blogue. Se minha memória não falha, estava viajando no dia 22 de abril, em Brasília. Acho que é isso, mesmo.
O assunto abordado certamente foi metacognição (pude ler nos blogues dos meus queridos colegas de sala) e posso afirmar que a audição é o meu maior ponto forte para o aprendizado. Para mim, é infinitamente mais fácil aprender ao ouvir porque envolve não só o som, mas os gestos, o olhar e as expressões faciais, o que contribui para o bom entendimento, ou não, nos diversos assuntos. É mais fácil lembrar da conversa que tive num bar qualquer há dois anos, bêbado, do que lembrar com tanta riqueza de detalhes aquilo que li ontem por obrigação.
Sempre fui assim: gosto de viver e sentir a nova informação. A maioria das coisas que leio em livros que não são de meu interesse não faz o menor sentido para mim. Sendo assim, provavelmente morrerei sem saber qual é a importância de algum elemento químico da tabela periódica, ou até mesmo a entender o que Newton quis dizer em sua terceira lei a respeito de uma força contrária de intensidade igual onde, ao empurrar uma parede, eu também serei empurrado por ela. Mas não desanimo tanto, talvez aprenda antes mesmo de morrer que a parede pode me empurrar e que os elementos químicos com números atômicos acima de 110 não estão lá apenas para a tabela ficar mais quadradinha e bonitinha.
Enfim, prometo organizar melhor meus pensamentos e escrever uma boa postagem das próximas aulas. Também pretendo falar um pouco sobre as atividades de outras disciplinas e a correlação disso com a minha vida prática. Até a próxima postagem!